quinta-feira, 14 de abril de 2011

Site auxilia combate ao trabalho escravo através da educação

Caros colegas educadores, ai esta uma sugestão para trabalhar com esse tema em sala de aula!

Novo espaço reúne ações realizadas em mais de 40 municípios. Leitores poderão trocar experiências por meio de fórum e terão acesso a sugestões de atividades didáticas sobre escravidão contemporânea e outros temas
Por Repórter Brasil
A ONG Repórter Brasil lança, nesta quinta-feira (17), o site do programa de educação e prevenção ao trabalho escravo "Escravo, nem pensar!". Para acessá-lo, clique em www.escravonempensar.org.br

 
Clique na imagem acima para acessar o novo site especial do programa "Escravo, Nem Pensar!"
O "Escravo, nem pensar!" já formou mais de 2 mil educadores e lideranças populares nos Estados de Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí e Tocantins para atuarem na prevenção ao trabalho escravo contemporâneo.

O novo site reúne informações e imagens das ações desenvolvidas pelos participantes em 42 municípios desde 2004. O internauta poderá acessar dados sobre projetos comunitários, festivais culturais e concursos escolares realizados com o objetivo de prevenir o aliciamento para o trabalho escravo rural e fortalecer a luta contra essa violação dos direitos humanos.

Material didático
Na seção "Materiais", o público pode acessar vídeos, programas de rádio e documentos para pesquisa sobre temas relacionados ao trabalho escravo, como tráfico de pessoas e questão agrária.

Além disso, pode baixar arquivos com sugestões de atividades pedagógicas criadas especialmente para os educadores que desejam inserir em suas aulas os temas relacionados à escravidão contemporânea.

O site já conta com três opções de atividades inéditas sobre "Trabalho escravo", "Migração e cana-de-açúcar" e "Soja".

Também estão disponíveis publicações produzidas pelo programa, como a cartilha que registra a experiência de 11 projetos comunitários desenvolvidos em 2010 em municípios participantes do "Escravo, nem pensar!". São exemplos de como é possível combater o trabalho escravo com poucos recursos desde que haja informação e mobilização popular.

"Escravo, nem pensar!"
O programa realiza formações de educadores, gestores públicos de Educação e lideranças populares sobre trabalho escravo, produz materiais didáticos e difunde metodologias, realiza e apoia festivais e concursos culturais municipais e estaduais sobre o assunto, articula a formação de uma rede entre participantes de diferentes regiões do país e acompanha o desenvolvimento de projetos temáticos comunitários.

Por meio das ações dos participantes, as informações a respeito do trabalho escravo rural contemporâneo alcançaram aproximadamente 60 mil pessoas. É considerado referência na defesa dos direitos humanos por meio da educação a ponto de ter se tornado meta do 2º Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo.

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